Com uma grande distância a nível temporal, a pintura de Noronha da Costa encontra-se com a de Eduardo Nery e da junção das duas nasce “Aurora”, uma exposição que funde as obras de dois artistas com percursos pictoricamente paralelos…
Um vidro embaciado separa-nos do que está lá fora. Impede-nos de saber ao certo de quem é aquela silhueta, que mulher é aquela, onde estamos afinal, em que paisagem difusa onde apenas se vislumbram as ondas.