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	<title>Umbigo Magazine</title>
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		<title>Hoje é Pink Day na Rua Castilho</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 12:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umbigo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-22/hoje-e-pink-day-na-rua-castilho.html/pink1" rel="attachment wp-att-4600"><img class="alignnone size-full wp-image-4600" alt="pink1" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/pink1.jpg" width="415" height="960" /></a></p>
<p>Hoje o dia é Pink na Rua Castilho. Como parte da estratégia de tornar esta rua num &#8220;Lisbon Shopping Destination&#8221; toda a zona estará hoje cheia de animação na maior parte das lojas. A partir das 17h começa um cocktail cheio de estilo para despertar todos os fashionistas ao glamour desta artéria. Até às 21h as surpresas aparecem a qualquer momento. Por isso vistam-se de Pink e venham comemorar nestas lojas associadas:</p>
<p><span style="color: #222222;">KAREN MILLEN, </span><span style="color: #222222;">MARELLA, </span><span style="color: #222222;">THE, </span><span style="color: #222222;">STEFANEL, </span><span style="color: #222222;">HOSS INTROPIA, </span><span style="color: #222222;">AUGUSTUS, </span><span style="color: #222222;">VESTE COUTURE, </span><span style="color: #222222;">MAX&amp;Co., </span><span style="color: #222222;">ANTON BEILL HAIRDRESSING, </span><span style="color: #222222;">LOJA DAS MEIAS, </span><span style="color: #222222;">ELVIRA GUEDES DAY SPA, </span><span style="color: #222222;">MIM, </span><span style="color: #222222;">P&amp;G, </span><span style="color: #222222;">EDÍFICIO CASTIL, </span><span style="color: #222222;">BARRA DE OURO, </span><span style="color: #222222;">COCCINELLE, </span><span style="color: #222222;">BCBG MAXAZRIA, </span><span style="color: #222222;">OCULISTA CASTILHO, </span><span style="color: #222222;">GERARD DAREL, </span><span style="color: #222222;">WEILL, </span><span style="color: #222222;">WICKETT JONES e </span><span style="color: #222222;">STIVALI.</span></p>
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		<title>As Levi&#8217;s 501 fazem Hoje 140 Anos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 17:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umbigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[07. Desires]]></category>
		<category><![CDATA[140 anos]]></category>
		<category><![CDATA[levi's 501]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando Levi Strauss e o alfaiate Jacob Davis se associaram em 1873 e patentearam as calças de trabalho com bolsos rebitados para os pioneiros ocidentais, estavam longe de imaginar o impato que estas teriam na cultura moderna. De presidentes a estrelas de cinema, de agricultores a ícones da moda, de empresários ao comum dos mortais, o significado cultural dos jeans [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Levi Strauss e o alfaiate Jacob Davis se associaram em 1873 e patentearam as calças de trabalho com bolsos rebitados para os pioneiros ocidentais, estavam longe de imaginar o impato que estas teriam na cultura moderna. <span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">De presidentes a estrelas de cinema, de </span>agricultores a ícones da moda, de empresários ao comum dos mortais, o significado cultural dos jeans Levi&#8217;s® 501® foi definido pelas pessoas que os usaram.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-20/as-levis-501-fazem-hoje-140-anos.html/31173_timeline_1780_r1-1600x1200" rel="attachment wp-att-4596"><img class="alignnone size-full wp-image-4596" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/31173_Timeline_1780_R1-1600x1200.jpg" width="550" height="366" /></a></p>
<p><strong>Qual é a tua interpretação? #501</strong></p>
<p>Entre Fevereiro e Maio, para comemorar o alcance mundial do estilo único deste modelo icónico, a Levi&#8217;s® lança um movimento com o tema &#8220;501® Interpretation&#8221;. Colocaram as Levi&#8217;s® 501® nas mãos dos fãs &#8211; jovens e velhos, famosos e não tão famosos &#8211; pedindo-lhes a sua interpretação do original.</p>
<p>Uma galeria de fotos digitais com todas estas imagens da mais high fashion ao street style, todas vão ganhar vida em www.LEVIS501.com</p>
<p>Os fãs da Levi&#8217;s® poderão aderir ao movimento ao identificarem as fotos onde usam as suas 501® no Twitter, Instagram ou fazendo o upload directamente em www.LEVIS501.com. Desta fantástica colecção de fotos, serão cuidadosamente selecionadas as que sejam mais representativas da época atual, para integrarem a edição limitada do “Book of 501®”, onde ficarão gravadas para sempre para a posteridade. “What’s your interpretation? #501” A campanha “501® Interpretation” também irá existir em plataformas impressa, nos media e outdoors em mercados seleccionados por todo o mundo.</p>
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		<title>J.W. Anderson para a Versus</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umbigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[02. Diários do Umbigo]]></category>
		<category><![CDATA[J.W. Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Versace]]></category>
		<category><![CDATA[Versus]]></category>

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		<description><![CDATA[por Artur in the Woods Às vezes, algumas pessoas perguntam-me por que é que eu gosto tanto de moda e eu fico com alguma dificuldade em responder. Não porque não sei a resposta, mas porque é difícil explica-la por palavras, especialmente a pessoas que nem fazem ideia quem é o Marc Jacobs. Fácil e previsível, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>por Artur in the Woods</p>
<p>Às vezes, algumas pessoas perguntam-me por que é que eu gosto tanto de moda e eu fico com alguma dificuldade em responder. Não porque não sei a resposta, mas porque é difícil explica-la por palavras, especialmente a pessoas que nem fazem ideia quem é o Marc Jacobs. Fácil e previsível, talvez, seria dizer que apenas gosto de roupa, mas não é esse o caso. Não é isso que me atrai avassaladoramente na moda. O que me faz estar constantemente atento às novidades desse mundo, sem nunca me cansar, é sobretudo a energia e a loucura da indústria que a sustenta.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-17/j-w-anderson-para-a-versus.html/002-5" rel="attachment wp-att-4586"><img class="alignnone size-full wp-image-4586" alt="002" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/0021.jpg" width="550" height="413" /></a></p>
<p>A indústria da moda tem os seus podres, é verdade. No entanto, dificilmente encontramos tanto optimismo em relação à novidade, ao futuro, noutras indústrias. E mais, profissionais de diferentes áreas criativas como o design, cinema, música, artes plásticas ou até mesmo pornografia, cruzam-se frequentemente e convivem harmoniosamente nesse universo. Aliás, se pensarmos bem, os eventos de moda, acabam por ser os “recreios”, os “espaços de intervalo”, da grande “escola” que alberga as várias indústrias criativas… Faço-me entender? Espero que sim.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-17/j-w-anderson-para-a-versus.html/001-5" rel="attachment wp-att-4585"><img class="alignnone size-full wp-image-4585" alt="001" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/0011.jpg" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Essa questão da energia e da loucura associadas à indústria da moda tornou-se evidente, por exemplo, no evento de celebração da nova Versus, que aconteceu na quarta-feira à noite, em Nova Iorque, e em que num só espaço, se encontravam reunidas personalidades como Lady Gaga, Woody Allen, Angel Haze, Grimes e Darren Criss. Exacto, só mesmo num evento de moda é que esse tipo de situações ocorre, certo?! E é essencialmente por isso que eu adoro esta indústria, porque nunca é aborrecida, porque está sempre a surpreender tudo e todos, seja através de uma colecção provocante ou de uma simples lista de convidados.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-17/j-w-anderson-para-a-versus.html/003-5" rel="attachment wp-att-4588"><img class="alignnone size-full wp-image-4588" alt="003" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/0031.jpg" width="550" height="413" /></a></p>
<p>A Versus, que é a marca secundária da Versace direcionada para um público mais jovem e experimental, voltou a ganhar uma maior relevância depois de recentemente ter anunciado uma mudança nas suas estratégias, com vista a envolver mais o público e as gerações mais novas. Assim, a presença da marca nas redes sociais foi reforçada e uma interessante lógica de produção de colecções, semelhante à de cadeias de lojas “fast-fashion” como a H&amp;M, foi apresentada: para além da sua colecção principal, a Versus vai iniciar uma série de colaborações com jovens designers com o objectivo de criar colecções-cápsula. Surpreendentemente, o primeiro criador escolhido para trabalhar com a marca italiana foi o irlandês J.W. Anderson, cuja estética pouco ou nada tem a ver com o “maximalismo” de Donatella Versace. No entanto, anteontem, no tal evento em Nova Iorque, Anderson mostrou-nos uma fantástica colecção que conseguiu fazer aquilo que muitos julgavam ser impossível &#8211; misturar harmoniosamente o melhor da sua estética com os elementos mais icónicos da Versus. Androginia e cortes precisos mergulhados numa dose certa de sensualidade, padrões exuberantes e alfinetes de dama prateados e dourados.</p>
<p>Vejam todas as fotografias em <a href="http://www.style.com/fashionshows/review/2014RST-VERSJWAND">http://www.style.com/fashionshows/review/2014RST-VERSJWAND</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>AS ESCOLHAS DE NUPI – FAIXA 8</title>
		<link>http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-16/as-escolhas-de-nupi-faixa-8.html</link>
		<comments>http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-16/as-escolhas-de-nupi-faixa-8.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 16:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elsa Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[02. Diários do Umbigo]]></category>
		<category><![CDATA[Do It Now]]></category>
		<category><![CDATA[Dubtribe Sound System]]></category>
		<category><![CDATA[House Music]]></category>
		<category><![CDATA[lux]]></category>
		<category><![CDATA[Moonbeam]]></category>
		<category><![CDATA[Sunshine]]></category>

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		<description><![CDATA[por Paulo Nupi Os Dubtribe Sound System surgiram depois de, (o até então fã de Hip Hop ex punk rocker) Sunshine Jones ter ido passar umas férias no verão de 1989 a Ibiza. Aí tudo mudou. Voltou para São Francisco nos Estados Unidos, com vontade de fazer House Music. Procurou uma vocalista para o acompanhar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>por Paulo Nupi</p>
<p>Os Dubtribe Sound System surgiram depois de, (o até então fã de Hip Hop ex punk rocker) Sunshine Jones ter ido passar umas férias no verão de 1989 a Ibiza. Aí tudo mudou. Voltou para São Francisco nos Estados Unidos, com vontade de fazer House Music. Procurou uma vocalista para o acompanhar e surgiu a Moonbeam.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-16/as-escolhas-de-nupi-faixa-8.html/dubtribe-sound-system" rel="attachment wp-att-4579"><img class="alignnone size-full wp-image-4579" alt="dubtribe-sound-system" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/dubtribe-sound-system.jpg" width="550" height="550" /></a></p>
<p>Dessa conjuntura entre Sunshine e Moonbeam surgiram quatro álbuns. No último, houve um tema que se destacou por ter ido parar à mão do patrão da editora Defected. Esse tema é o <em>Do It Now</em>, o qual em 2000 tocou em todas as melhores pistas do mundo, inclusive na pista do Lux em hora de ponta. As pessoas cantavam e erguiam os braços a pedido do Sunshine Jones quando ele dizia:</p>
<p>Raise your hands, in the twilight</p>
<p>Raise your hands, to the sky</p>
<p>Do it now.</p>
<p>Do it now.</p>
<p>Do it now.</p>
<p>Do it now&#8230;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/9VGnwR4uY9M" height="413" width="550" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>Do It Now</em> é um tema de deep house planante, viajante e melódico de fácil audição em que as congas, as teclas e o baixo (samplado do<em> I’m Every Woman</em> de Chaka Khan) desembocam no mar. A lírica encoraja ao amor e à perda do medo.</p>
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		<title>Desfile João Rôlo na festa dos 20 anos Proóptica</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 17:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umbigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[06. Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[07. Desires]]></category>
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		<description><![CDATA[A Proóptica fez 20 anos e juntou imprensa, famosos, vips e celebridades para uma comemoração no Hotel Fontecruz na Avenida das Liberdade. A Proóptica produz e distribui a colecção de óculos João Rôlo. Aqui ficam imagens do desfile deste criador de moda com os seus óculos como acessórios essenciais!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Proóptica fez 20 anos e juntou imprensa, famosos, vips e celebridades para uma comemoração no Hotel Fontecruz na Avenida das Liberdade. A Proóptica produz e distribui a colecção de óculos João Rôlo. Aqui ficam imagens do desfile deste criador de moda com os seus óculos como acessórios essenciais!</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/desfile-joao-rolo-na-festa-dos-20-anos-prooptica.html/ana-casian-com-o-modelo-jr-1073" rel="attachment wp-att-4566"><img class="alignnone size-medium wp-image-4566" alt="Ana Casian com o modelo JR 1073" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/Ana-Casian-com-o-modelo-JR-1073-550x822.jpg" width="550" height="822" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/desfile-joao-rolo-na-festa-dos-20-anos-prooptica.html/carolina-diego-a-desfilar-joao-rolo" rel="attachment wp-att-4567"><img class="alignnone size-medium wp-image-4567" alt="Carolina Diego a desfilar João Rôlo" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/Carolina-Diego-a-desfilar-João-Rôlo-550x822.jpg" width="550" height="822" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/desfile-joao-rolo-na-festa-dos-20-anos-prooptica.html/debora-sabbo-com-oculos-jr-1061" rel="attachment wp-att-4568"><img class="alignnone size-medium wp-image-4568" alt="Debora Sabbo com óculos JR 1061" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/Debora-Sabbo-com-óculos-JR-1061-550x368.jpg" width="550" height="368" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/desfile-joao-rolo-na-festa-dos-20-anos-prooptica.html/kateryna-savchenko-a-desfilar-joao-rolo" rel="attachment wp-att-4569"><img class="alignnone size-medium wp-image-4569" alt="Kateryna Savchenko a desfilar João Rôlo" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/Kateryna-Savchenko-a-desfilar-João-Rôlo-550x368.jpg" width="550" height="368" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/desfile-joao-rolo-na-festa-dos-20-anos-prooptica.html/marianne-a-desfilar-joao-rolo-com-o-modelo-jr1061" rel="attachment wp-att-4570"><img class="alignnone size-medium wp-image-4570" alt="Marianne a desfilar João Rôlo com o modelo JR1061" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/Marianne-a-desfilar-João-Rôlo-com-o-modelo-JR1061-550x366.jpg" width="550" height="366" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/desfile-joao-rolo-na-festa-dos-20-anos-prooptica.html/marianne-a-desfile-o-vestido-feito-de-oculos-por-joao-rolo" rel="attachment wp-att-4571"><img class="alignnone size-medium wp-image-4571" alt="Marianne a desfile o vestido feito de óculos por João Rôlo" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/Marianne-a-desfile-o-vestido-feito-de-óculos-por-João-Rôlo-550x368.jpg" width="550" height="368" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/desfile-joao-rolo-na-festa-dos-20-anos-prooptica.html/raquel-elias-com-oculos-joao-rolo" rel="attachment wp-att-4572"><img class="alignnone size-medium wp-image-4572" alt="Raquel Elias com óculos João Rôlo" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/Raquel-Elias-com-óculos-João-Rôlo-550x821.jpg" width="550" height="821" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/desfile-joao-rolo-na-festa-dos-20-anos-prooptica.html/iv2" rel="attachment wp-att-4573"><img class="alignnone size-medium wp-image-4573" alt="iv2" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/iv2-550x825.gif" width="550" height="825" /></a></p>
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		<title>E o Corvo aqui tão Perto</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 16:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elsa Garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Startup Lisboa]]></category>

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		<description><![CDATA[por João Castro Um oceano enorme pela frente, lá ao fundo um ponto verde ligeiramente elevado e num ápice, numa casa a ver tecer um gorro. Mudança de escala, mudança nos afectos. De um território mitológico, para um universo extremamente familiar. Os caminhos em terra, a chegada do barco com as mercadorias, a saída do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>por João Castro</p>
<p>Um oceano enorme pela frente, lá ao fundo um ponto verde ligeiramente elevado e num ápice, numa casa a ver tecer um gorro. Mudança de escala, mudança nos afectos. De um território mitológico, para um universo extremamente familiar. Os caminhos em terra, a chegada do barco com as mercadorias, a saída do barco para a pesca, a vida nocturna, as campanhas eleitorais, as memórias individuais e colectivas. Ao fim de três horas parece que sempre aí vivi, no Corvo. E, com tristeza parto quando no ecrã vejo a palavra “Fim”. Se me pedissem para resumir o filme de Gonçalo Tocha <em>É na terra Não é na Lua</em>, responderia &#8211; Um filme de portas abertas.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/e-o-corvo-aqui-tao-perto.html/joao-1" rel="attachment wp-att-4557"><img class="alignnone size-full wp-image-4557" alt="joão-1" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/joão-1.jpg" width="550" height="733" /></a></p>
<p>Entre o espírito de familiaridade e alegria na descoberta parto para esse território mitológico que são os Open Days. Em passo largo, de olhar obstinado, até ao número 80 da Rua Augusta – Startup Lisboa (www.startuplisboa.com). À porta, de que nem preciso bater e muito menos empurrar, encontro a melhor anfitriã &#8211; Ana Santiago. A Ana do Shortcutz, do blog Código de Santiago, de mil e um ofícios, só não sei é se tece gorros. Energia contagiante, palavra ponderada, abre porta, mostra as empresas de matriz tecnológica e o respectivo trabalho desenvolvido em cada uma delas. Preocupa-se em desconstruir conceitos &#8220;empreendedorismo como panaceia para a crise&#8221;, em realçar a ligação com Lisboa “uma cidade aberta, sedenta de novidade”, em ser inclusiva “todos os dias são Opendays nesta Startup” e alegrar-se com a felicidade alheia “o sucesso das empresas incubadas é o nosso sucesso”. A conversa acaba repentinamente. Não por falta de vontade, mas como se adivinhava a Ana tinha sido requisitada para nova tarefa.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/e-o-corvo-aqui-tao-perto.html/joao2" rel="attachment wp-att-4558"><img class="alignnone size-full wp-image-4558" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/João2.jpg" width="450" height="675" /></a></p>
<p>Openday#10 – LxFactory (www.lxfactory.com/PT/openday/openday-10). Não sendo a primeira vez, dedico passagem fugaz pelas bancas de venda de artesanato, bares e lojas. O meu interesse concentra-se em subir as escadas e começar a deslindar o que por lá andam a magicar. As edições O Pato Lógico, um pouco mais à frente o calçado em cortiça da Rutz e a ajudar na luta contra os degraus, o trabalho de Sara-a-Dias. Se fôlego faltasse, as ilustrações fariam rapidamente subir o nível de adrenalina. Por fim, o espaço Balneário, auto-definido “como encontro entre as mais diversas disciplinas e expressões artísticas”.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-13/e-o-corvo-aqui-tao-perto.html/joao3" rel="attachment wp-att-4559"><img class="alignnone size-full wp-image-4559" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/João3.jpg" width="550" height="733" /></a></p>
<p>Já tinha sido assim em Outubro de 2012, no Lisboa Open House (www.lisboaopenhouse.com). A arquitectura das entranhas. Passear pela cobertura do cinema São Jorge, o gabinete e sala de Reuniões da reitoria da Universidade, as assimetrias arquitectónicas e históricas do Hotel Vitória/sede do PCP, o Teatro Thalia e a nudez do revestimento interior. Anseio por repetição e, também por nova edição dos AAA (Abertura de Ateliê de Artistas). E não esquecer que já no próximo Sábado é o dia Dia Internacional dos Museus.</p>
<p>Tão bom chegar a uma porta e do outro lado ouvir: “Faça favor de entrar, força homem!”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AS ESCOLHAS DE NUPI – FAIXA 7</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 16:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umbigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[02. Diários do Umbigo]]></category>
		<category><![CDATA[Aphex Twin]]></category>
		<category><![CDATA[Op Art]]></category>
		<category><![CDATA[Richard D. James]]></category>
		<category><![CDATA[Warp]]></category>
		<category><![CDATA[Windowlicker]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Paulo Nupi Em 1999 a editora Warp lançou um maxi-single cujo tema principal se chama Windowlicker do britânico Richard D. James (Aphex Twin). A controversa capa logo me despertou a atenção, pois, era o próprio Aphex Twin de argolas douradas nas orelhas, muito sorridente e exibindo um busto farto e amplo suportado por um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Paulo Nupi</p>
<p>Em 1999 a editora Warp lançou um maxi-single cujo tema principal se chama <em>Windowlicker</em> do britânico Richard D. James (Aphex Twin). A controversa capa logo me despertou a atenção, pois, era o próprio Aphex Twin de argolas douradas nas orelhas, muito sorridente e exibindo um busto farto e amplo suportado por um bikini branco.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/as-escolhas-de-nupi-faixa-7.html/1-29" rel="attachment wp-att-4547"><img class="alignnone size-full wp-image-4547" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/12.jpg" width="550" height="550" /></a></p>
<p>A música é uma amálgama de batidas quebradas, toques de caixa, samples de baterias, vozes moduladas e coros. Ainda que errática resulta numa espécie de softcore melodioso que a certa altura despenca num baixo muito distorcido terminando na imagem de uma espiral embutida com um espectrógrafo na música.</p>
<p>Transporta-nos para um mundo surreal e real em simultâneo. Talvez daí o título da música, pois o termo <em>Windowlicker</em> é utilizado para pessoas com algumas dificuldades de aprendizagem e assumpção da realidade. É talvez uma perspectiva retorcida da realidade.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/as-escolhas-de-nupi-faixa-7.html/2-25" rel="attachment wp-att-4548"><img class="alignnone size-full wp-image-4548" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/22.jpg" width="550" height="430" /></a></p>
<p>O vídeo dirigido por Chris Cunningham é um misto de real com surreal. Numa sátira aos vídeos da época do gangsta hip hop, retrata um negro e um latino em Los Angeles que vão no seu descapotável para o engate. As moças que encontram não vão na conversa deles e dizem-lhes que eles são uns Zé Ninguém. Nesse momento uma modesta limousine branca com 38 janelas abalroa o descapotável dos gangsta engatatões. Lá dentro vem Aphex Twin todo pimpão exalando poder e dinheiro. As moças ficam logo todas interessadas. Depois de as levar num passeio de limousine e de elas trocarem de feições à vontade de Aphex Twin, desempenham uma coreografia organizada com muitas bundas em bikini na praia de Santa Mónica.</p>
<p>Quando uma das mulheres abana a bunda na direção dos dois gangstas, que foram seguindo a limousine, eles ficam muito entusiasmados. Mas a certa altura ela vira-se e eles ficam ofuscados pela beleza contundente da garota não de Ipanema mas de Santa Mónica.</p>
<p>A festa continua com champagne, o baixo a distorcer e as misses bikini molhado de Santa Mónica a bambolearem-se. A sátira é tal que a certa altura me pareceu ver o Michael Jacskon sapatear e pisar uma poça de água.</p>
<p><a href="http://warp.net/records/aphex-twin/player/video/windowlicker">http://warp.net/records/aphex-twin/player/video/windowlicker</a></p>
<p>Recordo-me que uma vez ao tocar esta música no Op Art, (que para quem não sabe, é uma espécie de aquário envidraçado em pleno pontão da Doca de Santo Amaro em Lisboa onde se dançava vigorosamente), um rapaz decidiu do lado de fora colar a boca ao vidro. Eu ri-me e lembrei-me dos peixes limpa vidros. Passados dois minutos já eram várias as pessoas que colavam a boca ao vidro. Quando o baixo começou a distorcer fiquei sem perceber bem de que lado do aquário estava&#8230;</p>
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		<title>No Galeto há muito mais do que Frango no Espeto</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 16:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umbigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[02. Diários do Umbigo]]></category>
		<category><![CDATA[Galeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Nelson Guerreiro (Guerrero Notebook) Notas preliminares Este podia ser um slogan do Galeto, mas não é, apesar do seu logótipo. Em caso de necessidade para melhor percepção do slogan procurem-no e frequentem-no para comprovar o que digo. Contudo, e para que fique claro, é evidente que este slogan emana da minha vivência no Galeto, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Nelson Guerreiro (Guerrero Notebook)</p>
<p>Notas preliminares</p>
<p>Este podia ser um slogan do Galeto, mas não é, apesar do seu logótipo. Em caso de necessidade para melhor percepção do slogan procurem-no e frequentem-no para comprovar o que digo. Contudo, e para que fique claro, é evidente que este slogan emana da minha vivência no Galeto, onde para além de comer – e assinale-se que nunca lá comi frango assim ou assado, nem gratinado no forno -, também me vejo dentro de um filme, onde também sou personagem.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/no-galeto-ha-muito-mais-do-que-frango-no-espeto.html/l1170828" rel="attachment wp-att-4537"><img class="alignnone size-full wp-image-4537" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/L1170828.jpg" width="550" height="309" /></a></p>
<p>Nesse jogo dramático, ver é ser visto e à semelhança da prática antropológica, o observador também se torna um corpo atractivo a ser observado. É simétrico. Deste modo, ir ao Galeto é diferente de ir a um espectáculo teatral onde por mais esforços que se envidem nunca deixa de existir uma assimetria originária.</p>
<p>Fazemos parte do mesmo espectáculo que é duracional das 8h da manhã até às 4h da /e de (a)manhã. Lá instalados em cadeiras rotativas propiciadoras de movimentos pueris e de incidentes prenhes de comicidade, somos figuras que perpetuam uma longa-metragem doc-ficcional que versa sobre a gastronomia, a restauração, mas também sobre a condição humana nas suas mais diversas facetas: a convivência, a solidão, o engate, as duplas vidas, o estatuto social vs. o simulacro da mobilidade social, a gula, a força do(s) hábito(s), o lifestyle.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/no-galeto-ha-muito-mais-do-que-frango-no-espeto.html/l1170846" rel="attachment wp-att-4539"><img class="alignnone size-full wp-image-4539" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/L1170846.jpg" width="550" height="309" /></a></p>
<p>O que é o Galeto? a partir da minha memória descritiva precedida de um apontamento histórico</p>
<p>Aquando da minha última ida ao Galeto, voltei a sentir necessidade de escrever uma crónica sobre este clássico da restauração em Lisboa. Tendo sido inaugurado em 1966, foi considerado à época um “templo de modernidade”. É compreensível, apesar da contradição dos termos.</p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Sendo muito mais do que um restaurante ideal para degustar uma refeição ligeira ou pesada a desoras, o Galeto é um espaço que nos agencia uma reflexão, tal é a potência das imagens que nos oferece.</span></p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/no-galeto-ha-muito-mais-do-que-frango-no-espeto.html/l1170847" rel="attachment wp-att-4540"><img class="alignnone size-full wp-image-4540" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/L1170847.jpg" width="550" height="309" /></a></p>
<p>Eis o resultado dessa requisição depois de ter editado os vários apontamentos que anotei “in loco”, na maior parte das vezes nos individuais de papel que emolduram os pratos, imbuído de uma atitude-olhar que lhe dedicou uma atenção especial, qual trabalho de campo.</p>
<p>Ainda que seja um cliché, mas há clichés que merecem a sua perpetuação para continuarem a sê-lo, importa dizer que ir ao Galeto é uma viagem no tempo e a um Portugal pré-revolucionário &#8211; que por aqui e aquando da sua inauguração parecia querer importar, qual ventania progressista, tendências arquitectónicas e vivenciais dos chamados snack-bars ingleses &#8211; pois mantendo a sua decoração original, contem elementos que nos transportam para dentro de um cenário ao mesmo tempo impessoal (já que se vai sozinho ou, quanto muito, a dois) e familiar (dada a forte probabilidade de se aprofundar ligações intensas com os empregados que se convertem em confidentes). Essa dimensão ambivalente e idiossincrática também se deve às paredes revestidas a madeira escura e aos painéis de azulejos pretos com aplicações circulares metálicas, quais tachas, douradas, dando-lhe um leve toque palaciano do Norte de África, já para não falar dos característicos balcões corridos dos restaurantes europeus da época em que são suportados as bases dos menus, dos molhos e dos temperos e de certos pormenores decorativos que nos reenviam para o ambiente doméstico como é o caso das fruteiras hiper-realistas em pirâmide, sempre tão cuidadosamente guarnecidas de fruta da época. A isto deve-se acrescentar o serviço rápido e eficiente garantido por uma equipa também ela “sui generis” – mas já lá iremos.</p>
<p>Outro elemento bastante datado, mas igualmente fascinante, são as vitrinas que são alugadas a todos aqueles que queiram expor os seus artigos ou tão só fazer publicidade a marcas ou a outros locais de diversão nocturna, porquanto não é de espantar que possamos fruir de vitrinas decoradas por vitrinistas profissionais que possibilitam a exposição cuidada de artigos de moda de luxo ao lado de artigos vários de uma Sex-Shop, mas também da SWAROVSKI, ou até de artigos religiosos e, pasme-se, de uma Agência Funerária que se chamava &#8211; nunca mais me esqueci -, “Vida Eterna”. A tudo isto deve-se acrescentar vitrinas com publicidade a bares e a casas de Fado. As que mais gosto são as vitrinas de lojas de roupa íntima de luxo, já que sem qualquer esforço se projectam nalguns corpos co-presentes, numa espécie de correspondência auto-reflexiva entre os artigos e os/as clientes.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/no-galeto-ha-muito-mais-do-que-frango-no-espeto.html/l1170825" rel="attachment wp-att-4536"><img class="alignnone size-full wp-image-4536" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/L1170825.jpg" width="550" height="978" /></a></p>
<p>Já mais recentemente, e denotando uma vontade de acompanhar os tempos e com base num ímpeto de actualização e de adequação aos interesses da clientela, destacam-se seis plasmas estrategicamente colocados no campo de visão dos clientes. Na última noite que lá estive, esses plasmas permitiram-me ver os três golos do Benfica ao Fenerbache, uma imagem de uma adepta do Barcelona a comer uma batata frita gigante de pacote antes do jogo das meias finais com o Bayern de Munique em Camp Nou, o desalento do Cristiano Ronaldo após a eliminação do Real Madrid da Champions, a dupla alegria dos adeptos alemães perante o domínio europeu também ao nível do futebol e a notícia em roda-pé de que a crise está a afectar a taxa de natalidade em Portugal.</p>
<p>A tudo isto se deve acrescentar a música ambiente de fundo que oscila entre compilações “best-of” intermináveis de música erudita do reportório universal &#8211; como por exemplo a 4ª Sinfonia de Beethoven &#8211; e do cancioneiro pop – cite-se “What a Wonderful World” de Louis Armstrong &#8211; re-interpretadas por orquestras duvidosas dos Andes, onde predominam as flautas de Pan que emprestam ao ambiente geral uma camada lounge-multi-culti difícil de combinar com tudo o resto. Contudo, esta estranheza ou desacerto acaba por resultar em algo atractivo, convertendo o Galeto num espaço desconcertante e inapreensível, logo por isso tão surpreendente. Contudo nem só de flautas se baseia a escolha musical. Nada disso. Das colunas do Galeto, também são pulverizadas sonoridades Bossa Nova ou da música popular brasileira e até jazzísticas e pop imediatamente reconhecidas, desde logo pela rotatividade dançante das cadeiras.</p>
<p>O Galeto é um dos poucos restaurantes que conheço em Lisboa que tem quatro cartas. A saber: 1. Pequenos Almoços. Combinados. Lanches &amp; Sanduiches. 2. Saladas de Frutas, Gelados &amp; Batidos Doces. 3. Aperitivos &amp; Vinhos. 4. Menu &amp; Snack-Bar. Todas elas são graficamente irrepreensíveis, conservando um design oitentista, onde sobressai um fio dourado glamouroso na sua fina lombada.</p>
<p>Na quarta carta, surge-nos uma ementa onde existem sempre várias sugestões do Chefe &#8211; desconhecido, diga-se nesta passagem do texto. Estas recomendações, na maior parte das vezes, não vêm mesmo a calhar, mas dadas as circunstâncias acabam por se impor aos apetites prévios. Se transcrever alguns exemplos para escolha gastronómica, julgo serem perceptíveis as razões da mudança. Senão vejamos: comecemos por uma variedade de saladas (em que se destaca a salada tropical), passando depois pelos Espargos com Molho de Manteiga, pela enigmática Maionese de Peixe à Bela Vista, pelo Rosbife à Inglesa, pelos Croquetes de Vitela à Provinciana e até pelo Ananás com Presunto.<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"> </span></p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/no-galeto-ha-muito-mais-do-que-frango-no-espeto.html/l1170829" rel="attachment wp-att-4538"><img class="alignnone size-full wp-image-4538" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/L1170829.jpg" width="550" height="258" /></a></p>
<p>Quem não seguir as sugestões do Chefe, tem à sua disposição mais de 180 possibilidades: dos bifes aos combinados, das tostas às sopas (onde se destaca a sopa de tomate gratinada com ovo escalfado e coberta por croutons e queijo ralado), e consoante o dia pelas especialidades semanais que vão desde terça-feira a Chispalhada à Transmontana, passando à quinta-feira pela Feijoada à Brasileira e indo até ao domingo com uma Espetada de Lulas com Gambas à Galeto.</p>
<p>Em suma, no Galeto quase todos os desejos são concretizados. Sendo uma cozinha tão internacional, quanto tipicamente portuguesa, possibilita elasticamente uma degustação, a nível dos sabores, de 8 a 80. Agora escolha(-se).</p>
<p>Apenas uma dica! Se a opção for um combinado é imperioso pedir um “meio-meio” como acompanhamento, traduzindo trata-se de um prato com esparregado e batata frita. As bisnagadas de esparregado saídas daqueles artefactos-funis dos anos 80 são, ainda que cada vez mais farinhentas, um delírio, sobretudo depois de olhar para a copa em que se vêem homens atarefados com toucas enfiadas até às orelhas carregando-as ao ombro.</p>
<p>Peço desculpa mas acabou de chegar o meu pedido. Bom apetite! – diz quem me serve o combinado nr. 6, a saber: Tosta, bife Hamburguês, queijo e cebola frita. Interrupção súbita para degustar. Huummmmm. Volto já. – Uau! (acabou de chegar o prato “meio-meio”</p>
<p>To be continued&#8230;</p>
<p>Nelson Guerreiro (escreve em desacordo ortográfico)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"> </span></p>
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		<title>Apresentado HIBU.</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 15:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umbigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[07. Desires]]></category>
		<category><![CDATA[Gonçalo Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Hibu.]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Sousa]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Artur in the Woods Marta Gonçalves, Gonçalo Páscoa e Nuno Sousa são os três jovens dinâmicos responsáveis pela HIBU., uma marca portuguesa fundada em 2012, que se baseia na crença de que o género não é importante para a concepção de uma peça de roupa. Assim, misturando um estilo urbano e desportivo com uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Artur in the Woods</p>
<p>Marta Gonçalves, Gonçalo Páscoa e Nuno Sousa são os três jovens dinâmicos responsáveis pela HIBU., uma marca portuguesa fundada em 2012, que se baseia na crença de que o género não é importante para a concepção de uma peça de roupa. Assim, misturando um estilo urbano e desportivo com uma estética mais minimalista e desconstrutivista, a HIBU. cria peças unissexo e pisca o olho a um dos temas que mais recorrentemente inspira os criativos da indústria da moda – a androginia.</p>
<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/apresentado-hibu.html/001-4" rel="attachment wp-att-4529"><img class="alignnone size-full wp-image-4529" alt="" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/001.jpg" width="550" height="737" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/apresentado-hibu.html/003-4" rel="attachment wp-att-4531"><img class="alignnone size-medium wp-image-4531" alt="003" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/003.jpg" width="550" height="737" /></a> <a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/apresentado-hibu.html/004-3" rel="attachment wp-att-4532"><img class="alignnone size-full wp-image-4532" alt="004" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/004.jpg" width="550" height="737" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mais recente colecção da HIBU., intitulada YOUTH, pode ser apreciada através do lookbook e do vídeo presentes neste post, uma produção de qualidade, esteticamente coesa, que aborda de forma pertinente o espírito e da marca.</p>
<p>Com Marta Gonçalves e Gonçalo Páscoa encarregues da parte do design e com Nuno Sousa dedicado à direcção de comunicação, a HIBU. tem tudo para dar certo! Vamos estar atentos aos próximos passos da marca.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/65228544" height="309" width="550" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Facebook: <a href="https://www.facebook.com/HIBU.design">https://www.facebook.com/HIBU.design</a></p>
<p>Tumblr: <a href="http://hibustudio.tumblr.com/">http://hibustudio.tumblr.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Pirómano ensina: Onde colocar os seus dedos!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 12:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umbigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[02. Diários do Umbigo]]></category>
		<category><![CDATA[bimbos]]></category>
		<category><![CDATA[dedos]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[piromano]]></category>
		<category><![CDATA[Umbigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sei que sou uma criatura irritável e que qualquer pessoa mais pacata pode assustar-se com tanta coisa que me incomoda, mas esta semana tenho que falar de mais uma: as fotografias de toda a gente armada em “sabe-se-lá o quê” com gestos de V e de corninhos armados em rappers ou em carneiros todos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.umbigomagazine.com/um/2013-05-10/o-piromano-ensina-onde-colocar-os-seus-dedos.html/bush" rel="attachment wp-att-4522"><img class="alignnone size-medium wp-image-4522" alt="bush" src="http://www.umbigomagazine.com/um/wp-content/uploads/2013/05/bush-550x550.jpg" width="550" height="550" /></a></p>
<p>Eu sei que sou uma criatura irritável e que qualquer pessoa mais pacata pode assustar-se com tanta coisa que me incomoda, mas esta semana tenho que falar de mais uma: as fotografias de toda a gente armada em “sabe-se-lá o quê” com gestos de V e de corninhos armados em rappers ou em carneiros todos iguais sem sequer saberem o que significam os gestos que fazem para as fotos. A epidemia alastrou e é raro ver uma foto de uma pessoa com a mania que é da malta sem ter os dedos em qualquer posição estranha.</p>
<p>Se os dedinhos quiserem dizer alguma coisa, esse significado poucos deverão saber. Para mim quer dizer BIMBO, mas parece que há propósitos tradicionais para as posições a que me refiro. Caros “dedeiros”, bebam um pouco da minha sabedoria e deixem que vos ilumine sobre as coisas parvas que fazem para as fotos.</p>
<p>Há dois géneros de bimbos dos dedinhos: um deles é partidário do “V”, outro dos corninhos. O “V” está historicamente associado ao símbolo da vitória, tal como o fez o presidente Richard Nixon. Por outro lado, poderá aludir ao gesto de Paz e Amor, típico dos activistas contra a guerra do Vietname nos anos 60. Por isso, depreendo, segundo esta lógica, que as cruaturas bêbedas ou possidónias que tiram fotos no Bairro Alto querem dizer, no fundo “conseguimos ficar bêbedos à quinta cerveja! Vitória! Estamos em paz e que o senhor vos acompanhe”. Mas cuidado que nos países anglófonos este sinal com a palma da mão virada para fora significa um grave insulto e o Paz e Amor pode rapidamente transformar-se num murro nas fuças.</p>
<p>Quanto aos corninhos, eles tradicionalmente significam “a tua mulher põe-te os cornos”, mas toda a gente ultrapassou isso recentemente. Ou não querem saber&#8230; O gesto foi mais recentemente adoptado por fãs de rock e heavy metal, tendo sido usado pela primeira vez pelo vocalista dos Black Sabbath, Ronnie James Dio. Este gesto invoca a presença do demónio, das forças do mal e da música a ele associada. Portanto, suponho que o satanismo é comummente aceite hoje em dia para fotos. Este gesto apareceu muitas vezes nos anos 60 em bíblias satânicas. Em contraste, no hinduísmo e no budismo, este gesto é positivo. É o Karana Mudra e destina-se a afastar as forças do mal.</p>
<p>Finalmente, tenho um conselho geral para onde colocar os dedos aquando de uma fotografia: dentro das calças! Porque quando eu vejo os vossos dedos no ar eu imediatamente meto os meus à boca!</p>
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<p>*As opiniões exprimidas pelos nossos cronistas são pessoais e não reflectem necessariamente as posições da Revista Umbigo.</p>
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